terça-feira, 19 de setembro de 2017

O CATIM e a implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade nas PME's

1990...

No domínio dos serviços em gestão da Qualidade, o CATIM começou em 1990 com a criação da Unidade da Qualidade, já passaram 27 anos...
Algumas curiosidades...
No início dos anos 90, fazia parte das condições das nossas propostas comerciais, a obrigatoriedade da empresa cliente em adquirir um PC "compatível" para ser possível a esta elaborar procedimentos operativos, registos e documentos da qualidade, e também o compromisso de esta estabelecer um plano de formação em qualidade aos colaboradores para que pudessem aborver e aplicar todo o conhecimento que os consultores do CATIM iriam transmitir no processo de definição e implementação de um sistema de gestão da qualidade.
Em muitas PME's com que trabalhamos, o primeiro "PC compatível" entrou pela "porta" da qualidade...
E já nessa época promovíamos a utilização de indicadores de gestão relativos ao desempenho do sistema e a utilização de procedimentos simples baseados em fluxogramas... ao contrário do que era usual com a utilização de procedimentos com grandes textos...
E muitos acções de melhoria foram despoletadas no sentido de instituir práticas de gestão da produção com controlo de matérias primas, operações, prazos...
Umas centenas de empresas, em especial PME's e na sua maioria do sector metalúrgico e metalomecânico, contaram nestes já longos anos com a colaboração da equipa do CATIM para a definição e implementação do sistema de gestão da qualidade e posterior certificação.
Se as estas juntarmos as empresas e entidades que solicitaram auditorias internas da qualidade e que inscreveram os seus colaboradores em acções de formação no domínio da qualidade promovidas pelo CATIM (inter e intra-empresas), a conta das empresas que foram "tocadas" pelo CATIM neste domínio do conhecimento será muito mais volumosa...
Não só neste domínio mas nos restantes, o CATIM foi um agente importante na modernização e na melhoria da competitividade das PME's desde os anos 80, contribuindo para o desenvolvimento do corpo normativo nacional, europeu e internacional e sua disseminação nas empresas, para a melhoria da qualidade das matérias primas e dos produtos que fabricavam, por via dos ensaios, do estabelecimento de melhores práticas metrológicas, melhores práticas industriais, de gestão da qualidade, a melhoria da segurança e da sustentabilidade...E a qualidade sempre presente...
 
Principais serviços do CATIM no âmbito da Gestão da Qualidade: aqui

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Reunião do "Machinery Core Group da Orgalime



Realizou-se no passado dia 07 de Setembro em Bruxelas, mais uma reunião do  grupo de trabalho "Machinery Core Group" da ORGALIME, associação europeia que congrega as associações dos sectores metalomecânico, eléctrico e electrónico dos diversos países, representativos da importante indústria de máquinas e equipamentos.

O "Machinery Core Group" foi constituído em 2007 por iniciativa da estrutura de topo da ORGALIME, após decisão da Comissão Europeia em elaborar um Guia para a aplicação da Directiva 2006/42/CE "Máquinas". A Orgalime convidou as associações do sector para que participassem activamente, analisando questões colocadas aos seus associados relacionadas com a aplicação da Directiva "Máquinas".
A representação da AIMMAP neste grupo específico é garantida desde a sua constituição pela Eng. Filipa Lima da Unidade de Engenharia e Segurança de Equipamentos do CATIM.

De entre os diversos temas abordados nesta reunião destacam-se:
- questões técnicas relacionadas a interpretação e aplicação da Directiva Máquinas
- informação sobre a publicação no início do próximo ano do relatório sobre a avaliação em curso da necessidade de revisão da Diretiva Máquinas, iniciativa da Comissão Europeia
- informação sobre previsão da criação de um novo pacote legislativo para a vigilância de mercado

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Formação CATIM em Setembro!

Segurança em Atmosferas Potencialmente Explosivas - Diretiva ATEX
13/09/2017
Gestão dos Equipamentos de Medição e Monitorização (EMM's)
13/09/2017 até 14/09/2017
Toleranciamento Dimensional e Geométrico - Ed. 2
14/09/2017 até 15/09/2017
Ensaios Laboratoriais de Corrosão
19/09/2017
CMM Operator Level 2 b-Learning
19/09/2017 até 14/12/2017
Metrologia Aplicada - Ed. 2
20/09/2017 até 04/10/2017
Apreciação do Risco em Máquinas - Metodologia, EN ISO 12100
21/09/2017
Instalador de Instalações de Gás e Redes e Ramais de Distribuição de Gás - Atualização de Conhecimentos, Ed. 3 (Ex. IRG e SCP)
25/09/2017 até 27/09/2017

Mais informações e inscrições: aqui

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

CATIM na 10ª reunião do WG12 - Environmental evaluation of machine tools (Working Group) do Comité Técnico de Normalização ISO / TC 39 - Machine Tools


Decorreu nos passados dias 4,5,6 de Abril, em Londres, a 10ª reunião do WG12 - Environmental evaluation of machine tools (Working Group) do Comité Técnico de Normalização ISO / TC 39 - Machine Tools (Máquina-ferramenta).
Portugal participa neste grupo, sendo representado pelo Eng. Francisco Silva da Unidade de Engenharia e Segurança de Equipamentos do CATIM.
Nas próximas semanas estará disponível a 2ª versão da parte 1 da norma ISO 14955 que estabelece a metodologia a adotar na integração dos aspetos relacionados com eco-design e ecoeficiência na fase de conceção de máquinas-ferramenta.
A parte 2 da norma será publicada até ao final do ano 2017 e nela estão definidos os métodos de medição de energia das máquinas-ferramentas e dos seus componentes.
De modo a facilitar a integração dos aspectos relacionados com eco-design e eco-eficiência, encontram-se em desenvolvimento os seguintes modelos tipo para avaliação e medição: “Metal-forming”, “Metal-cutting” e “Woodworking”.
O grupo de trabalho tem-se empenhado em fornecer e elaborar exemplos técnicos relativos aos vários tipos de máquinas-ferramenta que estarão representados nas partes 3, 4 e 5 da referida norma. A uniformização de critérios de medição e escolha de equipamentos mais eficientes faz parte das preocupações deste grupo de trabalho que toma em devida conta a evolução do estado da arte e a diversidade de sistemas e tecnologias que existem e estão a surgir.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

DL 97/2017 de 10 de Agosto estabelece o regime das instalações de gases combustíveis em edifícios


O  Decreto-Lei n.º97/2017, de 10 de Agosto, estabelece o regime das instalações de gás em edifícios e dos aparelhos que as mesmas abastecem (com exceção dos aparelhos alimentados diretamente por garrafas gás colocadas no local do consumo), bem como a definição do sistema de supervisão e regulação das atividades a elas associadas.

Tendo em consideração a importância da normalização enquanto ferramenta de apoio da legislação, neste DL são referenciadas normas produzidas no âmbito dos trabalhos de CTs apoiadas pelo CATIM na qualidade de Organismo de Normalização sectorial (ONS) e nas quais o CATIM participa activamente nos respectivos trabalhos, nomeadamente:

             DNP CEN/TR 1749: Modelo europeu para a classificação dos aparelhos que utilizam combustíveis gasosos segundo o modo de evacuação dos produtos da combustão (tipos), da responsabilidade da CT 36 Aparelhos termodomésticos e termoindustriais que utilizam combustíveis sólidos, gasosos e líquidos e seus dispositivos e acessórios);

             NP EN 437: 2003+A1: Gases de ensaio; Pressões de ensaio; Categorias de aparelhos, da responsabilidade da CT 36;

             A série NP 1037: Ventilação de edifícios com ou sem aparelhos a gás;  constituída por várias partes e da responsabilidade da CT 178 (Ventilação de edifícios com aparelhos a gás).

Reconhecimentos CATIM neste domínio:

Organismo Notificado Europeu Nº 0464 - Directiva Aparelhos a Gás - Directiva 2009/142/CE

Organismo de Normalização Sectorial

Organismo de Formação reconhecido pela Direcção Geral de Energia e Geologia para a formação na área de Gás



terça-feira, 5 de setembro de 2017

Human machine interactions - 5rd meeting of ISO/TC 199 WG12 em Chicago


O CATIM, representado por Alberto Fonseca da Unidade de Engenharia e Segurança de Máquinas, participou no 5ª reunião do grupo de trabalho WG12 do ISO /TC 199 que se realizou nos passados dias 21 e 22 de Agosto com a participação de 13 peritos em representação de 7 países, Alemanha, Dinamarca, USA, Japão, Reino Unido, Coreia do Sul, Portugal.
Este grupo de trabalho tem como incumbência a preparação da Norma ISO 21260 - Safety of Machinery - Mechanical safety data for physical contacts between moving machinery and people (norma tipo B1), cuja versão DIS (Draft International Standart) se prevê que seja registada até Fevereiro de 2019. Prevê-se que a Norma possa ser publicada em Fevereiro de 2020.



segunda-feira, 4 de setembro de 2017

NANDO - New Approach Notified and Designated Organisations



É aqui que tem que procurar...
http://ec.europa.eu/growth/tools-databases/nando/

Neste site, para além de outra informação útil, estão listadas por país e âmbito (legislação) todas as entidades reconhecidas como Organismo Notificado e que podem portanto apreciar a conformidade com as Directivas / Regulamentos (Marcação CE).
O CATIM é uma dessas entidades!

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

CATIM presente no CICOT 2017!



O CATIM estará presente com as seguintes apresentações neste congresso que se realizará nos próximos dias 7 e 8 de Setembro na Faculdade de Letras da Universidade do Porto

Additive technology safety issues: Impact on the related job design in industry
Nuno Araújo, Cláudia Fernandes, António Moniz e José Barata

Re-thinking work for industry 4.0: scope from MAC'PME Project
Cláudia Fernandes e Nuno Araújo

Programa: aqui

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Formação CATIM recomeça em Setembro!

Segurança em Atmosferas Potencialmente Explosivas - Diretiva ATEX
13/09/2017
Gestão dos Equipamentos de Medição e Monitorização (EMM's)
13/09/2017 até 14/09/2017
Toleranciamento Dimensional e Geométrico - Ed. 2
14/09/2017 até 15/09/2017
Ensaios Laboratoriais de Corrosão
19/09/2017
CMM Operator Level 2 b-Learning
19/09/2017 até 14/12/2017
Metrologia Aplicada - Ed. 2
20/09/2017 até 04/10/2017
Apreciação do Risco em Máquinas - Metodologia, EN ISO 12100
21/09/2017
Instalador de Instalações de Gás e Redes e Ramais de Distribuição de Gás - Atualização de Conhecimentos, Ed. 3 (Ex. IRG e SCP)
25/09/2017 até 27/09/2017

Informações e inscrições: http://www.catim.pt/pt-pt/formacao


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

CATIM reconhecido como Organismo Notificado para o Módulo B e Módulo C2 - Panelas de Pressão - Diretiva 2014/68/EU

Ver documento completo: link

Por força de mudança da legislação comunitária de referência, o CATIM e os restantes organismos notificados europeus neste âmbito, tiveram que iniciar um novo processo de reconhecimento que implicou a sua acreditação antecipada pelo organismos nacionais de acreditação. O CATIM obteve a extensão da sua acreditação como Organismo de Inspecção para este domínio pelo IPAC (já o era para a Directiva Máquinas) e agora em sequência o reconhecimento como ON.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

ETIQUETAGEM ENERGÉTICA: REGULAMENTO (UE) 2017/1369 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 4 de julho de 2017 que estabelece um regime de etiquetagem energética e que revoga a Diretiva 2010/30/UE

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1) A União está empenhada na criação de uma União da Energia com uma política climática virada para o futuro. A eficiência energética é um elemento basilar do quadro de ação da União relativo ao clima e à energia para 2030 e é fundamental para moderar a procura de energia.

2) A etiquetagem energética permite aos clientes fazer escolhas informadas com base no consumo de energia dos produtos relacionados com a energia. A informação sobre produtos relacionados com a energia que sejam eficientes e sustentáveis é um importante contributo para a poupança de energia e a redução da fatura de energia, ao mesmo tempo que promove a inovação e os investimentos no fabrico de produtos mais eficientes do ponto de vista energético. Melhorar a eficiência dos produtos relacionados com a energia mediante uma escolha informada do cliente e harmonizar os respetivos requisitos a nível da União beneficia também os fabricantes, a indústria e a economia da União em geral.

3) A Comissão analisou a eficácia da Diretiva 2010/30/UE do Parlamento Europeu e do Conselho e identificou a necessidade de atualizar o regime de etiquetagem energética a fim de melhorar a sua eficácia.

4) Convém substituir a Diretiva 2010/30/UE por um regulamento que mantenha essencialmente o mesmo âmbito de aplicação, mas que modifique e reforce algumas das suas disposições, a fim de clarificar e atualizar o seu conteúdo, tendo em conta o progresso tecnológico registado nos últimos anos no domínio da eficiência energética dos produtos. Atendendo a que o consumo de energia dos meios de transporte de pessoas ou mercadorias é direta e indiretamente regido por outro ramo do direito e outras políticas da União, convém continuar a excluir esses meios de transporte do âmbito de aplicação do presente regulamento, nomeadamente os meios de transporte dotados de um motor que permanece no mesmo lugar durante o funcionamento, como os elevadores, as escadas e os tapetes rolantes.

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Fonte:  REGULAMENTO (UE) 2017/1369 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Transporte de Resíduos, "e-GAR", Portaria nº 145/2017


RESÍDUOS – E-GAR

No passado dia 26-04-2017, foi aprovada a Portaria nº 145/2017 que define as regras aplicáveis ao transporte rodoviário, ferroviário, fluvial, marítimo e aéreo de resíduos em território nacional e cria as guias eletrónicas de acompanhamento de resíduos (e-GAR), a emitir no Sistema Integrado de Registo Eletrónico de Resíduos (SIRER) e desde maio que já podem ser legalmente utilizadas.

Esta nova ferramenta vem substituir as Guias de Acompanhamento de Resíduos (GAR) que surgiram com a publicação do Regime Geral de Gestão de Resíduos (RGGR) - Decreto-Lei n.º 173/2008, de 26 de agosto, do Decreto-Lei n.º 239/97 de 9 de setembro, e da Portaria n.º 335/97, de 16 de maio que definiu como obrigatório o uso de dois formulários da Imprensa Nacional da Casa da Moeda (INCM), os modelos n.º 1428, para o uso geral, e n.º 1429, para resíduos hospitalares do Grupo III e do Grupo IV. Esta substituição das GAR para formato digital já vinha sendo indiciada quando, em 2011, foi publicado o Decreto-Lei n.º 73/2011, de 17 de junho que modificou o RGGR, introduzindo o artigo 21º fazendo referência ao transporte de resíduos com e-GAR, após a publicação de uma norma técnica a aprovar por portaria.
De acordo com a Portaria nº 145/2017, o Produtor ou Detentor de resíduos:

- devem emitir a e-GAR previamente ao transporte de resíduos ou permitir que o transportador ou o destinatário dos resíduos efetue a sua emissão;

- na sequência da emissão da e-GAR pelos transportadores ou destinatários dos resíduos, este deve verificar, na plataforma eletrónica, qualquer alteração dos dados originais no prazo máximo de 10 dias, assegurando ainda que a e-GAR fica concluída na plataforma após receção dos resíduos pelo destinatário, no prazo máximo de 30 dias;

De acordo com a Portaria nº 145/2017, o Transportador de resíduos:

- tem de confirmar o correto preenchimento da e-GAR e disponibilizar a mesma sempre que solicitado pelas autoridades competentes durante o transporte devidamente autorizado pelo produtor ou detentor dos resíduos;


De acordo com a Portaria nº 145/2017, o Destinatário de resíduos:

- tem no prazo máximo de 10 dias confirmar a receção dos resíduos, propor a correção dos dados originais da e-GAR caso identifique inexatidões, ou rejeitar a receção dos mesmos.



Todos os intervenientes na cadeia de transporte de resíduos deverão assegurar a conservação das e-GAR, em formato físico ou eletrónico, durante um período de 5 anos, disponibilizando-as às autoridades competentes quando solicitado.

A Portaria prevê, ainda, um período transitório até 31-12-2017 onde a utilização das e-GAR é voluntária e os modelos n.º INCM 1428 e n.º 1429, bem como as guias RCD, podem continuar a ser utilizados. Porém, a opção pela utilização da e-GAR impossibilita a utilização dos modelos das guias em papel para os Produtores de Resíduos, com exceção das situações de impossibilidade de funcionamento da plataforma.

Terminado este período de transição, apenas as e-GAR emitidas no SILIAMB serão válidas para transporte.

Para mais esclarecimentos consultar a Portaria nº 145/2017, o Manual de utilizador médulo e-GAR da Plataforma SILIAMB e o site da APA.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Avaliação vs Apreciação do Risco

"Nos documentos normativos relativos à gestão do risco (ISO 31000), a atividade de risk assessment (apreciação do risco) é dividida em 3 etapas: risk identification (identificação do risco), risk analysis (análise do risco) e risk evaluation (avaliação do risco). 
A primeira etapa – identificação do risco - corresponde à identificação, levantamento e caracterização de todos os riscos reais e potenciais que uma organização está exposta, independentemente das suas consequências. Na segunda etapa – análise do risco -  a organização irá analisar a probabilidade de ocorrência e detalhar as consequências associadas a todos os riscos identificados anteriormente. Em função disso irá atribuir valores, mesmo que qualitativos, a cada um dos riscos identificados.
Na terceira etapa – avaliação do risco - a organização irá comparar os valores obtidos na segunda etapa e compará-los com os seus critérios do risco ordenando-os, desta forma, por ordem de relevância.
O tratamento de cada um dos riscos será baseado, entre outros aspetos, nesta apreciação global de todos os riscos a que uma organização esteja exposta."

Fonte: Terminologia portuguesa da Gestão do Risco (Comissão Técnica 180 – Gestão do Risco)
Site: IPQ

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Princípios da Normalização


Voluntariedade
A participação em processos de Normalização não é obrigatória, implica a cooperação voluntária de todos os representantes e depende de uma decisão voluntária dos interessados.  

Representatividade
É preciso que haja participação de especialistas cedidos por todos os setores, produtores, organizações de consumidores e neutros (outras partes interessadas tais como universidades, laboratórios, institutos de pesquisa, órgãos do governo), de modo que a opinião de todos seja considerada na elaboração da norma.

Paridade
Não basta a representatividade, é preciso que a participação dos especialistas esteja equilibrada. Assim, deve-se procurar que seja assegurado o equilíbrio das diferentes opiniões no processo de elaboração de normas.

Transparência
A todas as partes interessadas devem ser disponibilizadas as informações relativas ao controlo, atividades e decisões sobre o processo de desenvolvimento de normas técnicas.

Simplificação
O processo de Normalização deve ter regras e procedimentos simples e acessíveis, que garantam a coerência, a rapidez e a qualidade no desenvolvimento e implementação das normas.

Consenso
Para que a norma tenha o seu conteúdo o mais próximo possível da realidade de aplicação, é necessário que haja equilíbrio das diferentes opiniões no processo de elaboração de normas. O consenso é um conceito dinâmico, que se traduz numa procura permanente de acordos coletivos nas decisões, não se repercutindo obrigatoriamente em unanimidade, mas numa aceitação geral ou numa ausência de firme oposição de um número relevante de partes interessadas quanto ao essencial de uma dada matéria.

Fonte: IPQ

segunda-feira, 24 de julho de 2017

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Panelas de Pressão, acreditação CATIM.

CATIM obteve esta semana a extensão da acreditação IPAC como Organismo de Inspecção para as Panelas de Pressão (já o era para a Directiva Máquinas)
Esta acreditação permitirá a curto prazo o reconhecimento do CATIM como Organismo Notificado para aplicação da Directiva 2014/68/EU ao produto Panelas de Pressão nos seguintes nos seguintes módulos:
- Módulo B (Exame UE de Tipo)
- Módulo C2 (conformidade com o tipo baseado no controlo interno da produção e controlos supervisionados a intervalos aleatórios).

quinta-feira, 20 de julho de 2017

O CATIM e a Normalização

A Normalização assume uma importância fundamental para a actividade económica dum mundo cada vez mais global, facilitando a troca de produtos e serviços e possibilitando a adopção das melhores práticas e especificações.
O CATIM, no âmbito da sua Missão de apoio à indústria metalomecânica, encarou desde sempre a actividade normativa como estratégica para as PME’s, em especial as do sector da metalomecânica, que apresentam uma dinâmica internacionalização muito forte.
O CATIM é reconhecido como Organismo de Normalização Sectorial pelo IPQ – Instituto Português da Qualidade, coordenado as seguintes comissões técnicas de normalização: 

CT 12 Aços e ferros fundidos;
CT 18 Elementos de tubagem. Tubos, válvulas e acessórios;
CT 33 Louça metálica;
CT 34 Metais não ferrosos e suas ligas;
CT 36 Aparelhos termodomésticos e termoindustriais que utilizam combustíveis sólidos, gasosos e líquidos e seus dispositivos e acessórios;
CT 40 Máquinas-ferramentas;
CT 98 Portas, janelas, fachadas cortinas, cerramento de vãos e respetivos acessórios e ferragens;
CT 99 Cutelarias. Objetos de mesa e decorativos em metal prateado;
CT 117 Torneiras sanitárias e seus acessórios;
CT 122 Brinquedos e artigos de puericultura;
CT 130 Plataformas elevatórias;
CT 162 Instalações por cabo para o transporte de pessoas;
CT 166 Espaços e equipamentos de desporto, recreio e lazer;
CT 178 Ventilação de edifícios com aparelhos a gás

terça-feira, 18 de julho de 2017

CATIM participa em reuniões internacionais de normalização



Entre os passados dias 3 e 7 de Julho, o CATIM participou em 2 importantes eventos internacionais de normalização em Beirute (Líbano):
-  Na reunião plenária do ISO/PC 288 - Educational organizations management systems - Requirements with guidance for use, em representação do IPQ - Instituto Português da Qualidade.
- No grupo de trabalho ISO/PC 288 WG1 - Educational organizations management systems, que decorreu entre os dias 3 e 7 de julho, em Beirute no Líbano.
Ambas as representações foram asseguradas pela Drª Cláudia Fernandes do CATIM.
Os trabalhos do PC são acompanhados por 45 países membros e 15 observadores.
Foram tratados e resolvidos mais de 500 comentários técnicos à ISO/DIS 21001, que está na fase final antes de publicação.
Esta nova norma a ISO 21001 Educational Organization Management Systems — Requirements with guidance for use, tem como objectivo fornecer uma ferramenta de apoio à gestão de organizações que disponibilizem serviços educativos/formativos ou produtos educativos, será aplicável a todos os níveis de ensino/formação, desde o pré-escolar a universidades a departamentos de formação de empresas. 


quinta-feira, 13 de julho de 2017

CATIM - Certificação ISO 9001:2015



O CATIM mantem o seu sistema de gestão da qualidade certificado pela DNV-GL desde 2005 tendo concluído no passado mês de Junho a transição para a nova versão da norma de 2015.