segunda-feira, 24 de julho de 2017

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Panelas de Pressão, acreditação CATIM.

CATIM obteve esta semana a extensão da acreditação IPAC como Organismo de Inspecção para as Panelas de Pressão (já o era para a Directiva Máquinas)
Esta acreditação permitirá a curto prazo o reconhecimento do CATIM como Organismo Notificado para aplicação da Directiva 2014/68/EU ao produto Panelas de Pressão nos seguintes nos seguintes módulos:
- Módulo B (Exame UE de Tipo)
- Módulo C2 (conformidade com o tipo baseado no controlo interno da produção e controlos supervisionados a intervalos aleatórios).

quinta-feira, 20 de julho de 2017

O CATIM e a Normalização

A Normalização assume uma importância fundamental para a actividade económica dum mundo cada vez mais global, facilitando a troca de produtos e serviços e possibilitando a adopção das melhores práticas e especificações.
O CATIM, no âmbito da sua Missão de apoio à indústria metalomecânica, encarou desde sempre a actividade normativa como estratégica para as PME’s, em especial as do sector da metalomecânica, que apresentam uma dinâmica internacionalização muito forte.
O CATIM é reconhecido como Organismo de Normalização Sectorial pelo IPQ – Instituto Português da Qualidade, coordenado as seguintes comissões técnicas de normalização: 

CT 12 Aços e ferros fundidos;
CT 18 Elementos de tubagem. Tubos, válvulas e acessórios;
CT 33 Louça metálica;
CT 34 Metais não ferrosos e suas ligas;
CT 36 Aparelhos termodomésticos e termoindustriais que utilizam combustíveis sólidos, gasosos e líquidos e seus dispositivos e acessórios;
CT 40 Máquinas-ferramentas;
CT 98 Portas, janelas, fachadas cortinas, cerramento de vãos e respetivos acessórios e ferragens;
CT 99 Cutelarias. Objetos de mesa e decorativos em metal prateado;
CT 117 Torneiras sanitárias e seus acessórios;
CT 122 Brinquedos e artigos de puericultura;
CT 130 Plataformas elevatórias;
CT 162 Instalações por cabo para o transporte de pessoas;
CT 166 Espaços e equipamentos de desporto, recreio e lazer;
CT 178 Ventilação de edifícios com aparelhos a gás

terça-feira, 18 de julho de 2017

CATIM participa em reuniões internacionais de normalização



Entre os passados dias 3 e 7 de Julho, o CATIM participou em 2 importantes eventos internacionais de normalização em Beirute (Líbano):
-  Na reunião plenária do ISO/PC 288 - Educational organizations management systems - Requirements with guidance for use, em representação do IPQ - Instituto Português da Qualidade.
- No grupo de trabalho ISO/PC 288 WG1 - Educational organizations management systems, que decorreu entre os dias 3 e 7 de julho, em Beirute no Líbano.
Ambas as representações foram asseguradas pela Drª Cláudia Fernandes do CATIM.
Os trabalhos do PC são acompanhados por 45 países membros e 15 observadores.
Foram tratados e resolvidos mais de 500 comentários técnicos à ISO/DIS 21001, que está na fase final antes de publicação.
Esta nova norma a ISO 21001 Educational Organization Management Systems — Requirements with guidance for use, tem como objectivo fornecer uma ferramenta de apoio à gestão de organizações que disponibilizem serviços educativos/formativos ou produtos educativos, será aplicável a todos os níveis de ensino/formação, desde o pré-escolar a universidades a departamentos de formação de empresas. 


quinta-feira, 13 de julho de 2017

CATIM - Certificação ISO 9001:2015



O CATIM mantem o seu sistema de gestão da qualidade certificado pela DNV-GL desde 2005 tendo concluído no passado mês de Junho a transição para a nova versão da norma de 2015.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Pensamento baseado no risco, ISO 9001



No âmbito do ISO/TC 176 - Quality management and quality assurance, o Grupo de Trabalho 23 da subcomissão 2 (ISO/TC176/SC2/WG23), responsável pela comunicação relacionada com a ISO 9001, tem vindo a desenvolver um conjunto de documentos de apoio à interpretação da versão 2015 daquela norma, tendo o IPQ disponibilizado dois desses documentos traduzidos para língua portuguesa.
A ler!

Para aceder aos documentos: aqui

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Documentos normativos em inquérito público


Fonte IPQ

O IPQ coloca de forma continuada um inquérito público que tem por objetivo permitir às partes interessadas a manifestação de eventuais pontos de vista distintos dos que foram tidos em conta na elaboração do projeto de documentos normativos.
Um dos projectos é relativo aos requisitos de sistemas de gestão de projetos,  prNP 4535.
Acesso ao documento, aqui

terça-feira, 4 de julho de 2017

SPC / CEP e ferramentas da Qualidade, Formação CATIM!


11 e 12 de Julho!

mais informações e inscrições: aqui

Risk management - Gestão do risco vs gestão de risco.


"O termo inglês risk management aparece traduzido muitas vezes como gestão de risco. Esta tradução, e no entender desta CT, não é a correta porque induz a dúvida sobre a função da palavra risco: como substantivo (a pretendida), ou como adjetivo da palavra gestão (a incorreta).
Se considerarmos a palavra risco como adjectivante da palavra gestão, então o significado de gestão de risco será de gestão arriscada, o que não é o objetivo pretendido.
Gestão de risco = gestão arriscada
Gestão do risco = gestão dos riscos (incertezas associadas à prossecução dos objetivos)
À semelhança do que aconteceu há cerca de 30 anos com a tradução de quality management para gestão da qualidade, impõe-se agora um trabalho sistemático de introdução deste novo léxico, gestão do risco, na linguagem comum da normalização em português, assim como das ações de formação, e documentação associada."

Fonte: Gestão do Risco (Comissão Técnica CT 180)

Outros léxicos recentemente tornados públicos pelo IPQ e com origem nas comissões técnicas de normalização:

Família 9000 (CT80)

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Reunião internacional de normalização - CEN TC 109 WG4


Realizou-se nos passados dias 29 e 30 de Junho no CATIM, Porto, mais uma reunião do CEN TC 109 WG4 – “Hot Water production of central heating boilers for domestic use”.
O Eng. Paulo Couto, representante da Bosch Termotecnologia SA, é o perito nacional que integra este grupo de trabalho da Comissão Técnica de Normalização  CEN /TC 109, comissão na qual Portugal está representado pela Engª Elisa Costa do CATIM.
O CATIM é o Organismo de Normalização Sectorial neste domínio, coordenando a Comissão Técnica de Normalização CT 36 - aparelhos que utilizam sólidos, líquidos ou gasosos, seus dispositivos e acessórios.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Risk Assessment, como traduzir?

Fonte: Terminologia portuguesa da Gestão do Risco (Comissão Técnica 180 – Gestão do Risco)
Site : IPQ

Este termo é certamente o que pode gerar mais controvérsia, tanto mais que na electropedia (www.electropedia.org da responsabilidade da IEC, Comissão Eletrotécnica Internacional) se encontra traduzida como estimativa do risco, o que, se de algum modo segue a tradução espanhola (estimación del riesgo) [tecnicamente errada!], está em contradição com a tradução francesa (appréciation du risque). 
Esta diferença pode ser considerada como uma opção de estilo, mas a nosso ver a versão francesa é a que melhor traduz todas as atividades e decisões tomadas no âmbito do risk assessment.
Para além do facto anterior, na literatura já existente em português sobre gestão do risco, risk assessment é de uma maneira geral traduzido por avaliação do risco, o que, no nosso entender, corresponde a uma contradição (risk assessment e risk evaluation traduzidas da mesma forma), e pode dar origem a imprecisões e erros grosseiros no desenvolvimento da gestão do risco dentro das organizações e consequentemente nas evidências objetivas do cumprimento do requisito geral de “risk assessment”.
Nos documentos normativos relativos à gestão do risco (ISO 31000), a atividade de risk assessment (apreciação do risco) é dividida em 3 etapas: risk identification (identificação do risco), risk analysis (análise do risco) e risk evaluation (avaliação do risco). 
A primeira etapa – identificação do risco - corresponde à identificação, levantamento e caracterização de todos os riscos reais e potenciais que uma organização está exposta, independentemente das suas consequências.
Na segunda etapa – análise do risco -  a organização irá analisar a probabilidade de ocorrência e detalhar as consequências associadas a todos os riscos identificados anteriormente. Em função disso irá atribuir valores, mesmo que qualitativos, a cada um dos riscos identificados.
Na terceira etapa – avaliação do risco - a organização irá comparar os valores obtidos na segunda etapa e compará-los com os seus critérios do risco ordenando-os, desta forma, por ordem de relevância.
O tratamento de cada um dos riscos será baseado, entre outros aspetos, nesta apreciação global de todos os riscos a que uma organização esteja exposta.

Documento completo: aqui

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Terminologia normativa - léxicos setoriais


Fonte: IPQ

Léxicos setoriais agora no site do IPQ!
Vocabulários elaborados pelas Comissões Técnicas de Normalização e que são utilizados nas respetivas normas.
Esta informação é de extrema importância para os técnicos de normalização, aquando da elaboração dos documentos normativos e para o público em geral que tenha dúvidas relativamente ao significado de vocábulos específicos utilizados nos diversos setores.
O CATIM participa nas comissões técnicas CT 80 e CT180, representados respectivamente pela engª Alexandra Peixoto e eng. Francisco Alba.

Família 9000 (CT80)
Gestão do Risco (CT 180)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Segurança em equipamentos de Trabalho, formação 13 e 14 de Julho!


PROGRAMA
ENQUADRAMENTO LEGISLATIVO
- Legislação de máquinas e equipamentos – o Decreto-lei 50/2005 e os demais diploma referenciais normativos
- Implicações legais
REQUISITOS MÍNIMOS DE SEGURANÇA
- O que analisar num equipamento em utilização
- Como implementar as alterações necessárias
VERIFICAÇÕES INICIAIS PERIODICAS E EXCEPCIONAIS
- Responsabilidade na realização das verificações
- Listas de verificação
- Resultado da verificação
Casos práticos aplicáveis a Máquinas, Ferramentas e Equipamentos

Mais informações e inscrições: aqui

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Fire safety regulation in practice: Challenges and achievements


Fire safety regulation in practice: Challenges and achievements
É o titulo da comunicação de colaboradores do CATIM que irá ser apresentada no 9ª conferência da WOS2017 que se irá realizar em Outubro próximo da República Checa.

Autoria:
M. Sousa, C. Fernandes, C. Ribeiro & R. Aguiã

Abstract:

Many Portuguese metal working industries existed long before the publication of the current fire safety regulation. The adaptation to new regulations is rarely easy for existing industries and its assets, particularly when it comes to fire safety. How can companies protect their old buildings? How should they manage their existing resources and safety equipment? How must they invest? How should they invest? And most importantly, is it enough to protect all the workers? It was used a case study approach to the practical application of the Portuguese Fire Safety Regulation to an industrial company from the metal working sector. The analysed facilities are 50 years old, implanted in a 33.000 m2 ground with 19.000m2 of sheltered area, encompassing 145 workers. The fire risk assessment, the investments made and the prevention and protection methods created and applied allowed the company to obtain a positive statement from the responsible authority and to enhance the levels of prevention and workers’ protection concerning fire safety. The positive statement from the responsible authority proved that it is possible to protect an existing building (50 years old) and its occupants from a fire scenario, even though it wasn’t designed to respond to the current legal requirements. Even in old-er buildings, it’s possible through good professional practice to improve fire prevention and enhance fire safe-ty levels for workers and facilities.

WOS 2017 – 9th international conference on the prevention of accidents at work -  Safety management complexity in changing society


http://www.wos2017.net/

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Política da Qualidade do CATIM


Melhoria contínua
Faz parte da Política da Qualidade a focalização na melhoria contínua dos processos e atividades com vista à satisfação dos clientes e outras partes interessadas e no equilíbrio económico-financeiro do CATIM.

Imparcialidade e independência
Faz parte da Política da Qualidade a necessidade do CATIM se manter imparcial e independente nas suas atividades de avaliação técnica.
Confidencialidade e segurança.
Faz parte da Política da Qualidade a completa observância do sigilo profissional no que diz respeito a toda a informação trocada com cada cliente e a segurança de toda a informação ou itens no CATIM depositados.
Cooperação.
Faz parte da Política da Qualidade a determinação do CATIM em cooperar de forma aberta e interessada com Clientes, Organismos de Acreditação, de Certificação e de Normalização, Entidades Regulamentares e Fiscalizadoras, outros Laboratórios e Organismos Notificados, de Inspeção ou Certificação de Produtos, Associações e Ordens Profissionais, Entidades do Sistema Científico e Tecnológico e de Formação, com vista à melhoria da satisfação das necessidades dos clientes, das partes interessadas e da sociedade em geral.
Normalização de referência
Faz parte da Política da Qualidade a adoção de normas nacionais e internacionais de gestão e técnicas como meio mais eficiente e eficaz de realizar atividades de forma competente, consistente e imparcial, e como meio de demonstração de requisitos e especificações, sem prejuízo dos requisitos dos clientes.

Ambiente e Segurança
Faz parte da Política da Qualidade, o controlo dos impactes ambientais inerentes às suas atividades e o cumprimento da legislação ambiental aplicável assim como da legislação de higiene e segurança no trabalho.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

60 Anos da AIMMAP


Decorreu no passado dia 8 no Terminal de Cruzeiros do Porto de leixões, o jantar comemorativo dos 60 anos da AIMMAP, sob a presidência do Sr. Presidente Prof. Marcelo Rebelo de Sousa.
O Sr. Presidente da República usou da palavra no final, agraciando a AIMMAP como Membro Honorário da Ordem do Mérito Empresarial, Classe do Mérito Industrial, tendo entregue as insígnias ao Eng. Aníbal Campos, Presidente da Direcção da AIMMAP.


O Sr. Presidente da República fez questão de referir no seu discurso a visita que fez ao CATIM no passado dia 16 de Fevereiro.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Legislação Ambiental - 5 e 6 de Julho, formação CATIM!


PROGRAMA
REQUISITOS LEGAIS DE AMBIENTE
- Licenciamento da atividade industrial - Sistema da Indústria Responsável (SIR)
- Novo Licenciamento Único Ambiental (LUA)
- Regime das Emissões Industriais (REI)
- Instalações sujeitas a licenciamento Ambiental
- Regime jurídico de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA)
- Prevenção de Acidentes Graves (Diretiva SEVESO III)
- Responsabilidade por danos ambientais
- Resíduos
- Águas e águas residuais
- Emissões para a atmosfera
- Energia
CASOS PRÁTICOS
- Apoio na elaboração do programa de medição e monitorização
- Apoio na elaboração do programa de comunicações externas obrigatórias

Mais informações e inscrições: aqui